Olhar sem direção
querer sem quê nem porquê
agitada como água
a embater contra a rocha
que geme num lamento eterno
e em vão
mede forças
entre tempestades
que se espumam
numa dança zangada
em cada onda
o mundo inteiro
num grito de dor
que bate sem parar
dentro de cada alma
numa luta
que jamais irá acabar
o olhar perde-se
no pouco sentido da vida
espuma-se
a cada batida
enfraquecido até à inconsciência
dá-se por vencido!
CFV
" A intensidade da tempestade é inversamente proporcional ao tamanho do corpo!"
domingo, 22 de fevereiro de 2015
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