Foi numa lua brilhante que te deixei
cheia de contradições
numa alma já de si partida
aos tropeções,
num crescente de saudades...
Outras luas passaram
nestes dias audazes
de eternas amizades...
enchemos copos
e bebericamos
devagar as novidades
em tragos que engoliram
outras tantas saudades...
Agora que regresso
brilha novamente
cheia de vontade
uma lua nova
dos cheiros
e dos murmúrios
do costume!
Traz-me a vontade
escondida mas sempre sentida
de te abraçar
e esse ondular
de que é feito esse meu,
cada vez mais meu,
porto de abrigo!
Será sempre cheia
a lua que me fascina
porque cá dentro nunca mingua
este manto que me cobre
e me arrasta em constantes distâncias
e me traz suspensa
entre marés
e montanhas
de fazer perder a vista!
CFV
" A intensidade da tempestade é inversamente proporcional ao tamanho do corpo!"
sexta-feira, 16 de setembro de 2016
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Só na saudade permaneço inteira
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